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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Uma fronha especial

Olá, pessoas!

Vim te contar que eu me meti num curso de bolsas, e estou amando. Como não amar?!
Sempre disse que meu interesse pelas costuras é para produzir fofuras para a minha casa, roupas para a minha família, e bolsas! Entonce... devagar eu vou aprendendo.

Mas agora vim mostrar o resultado de um bordado que eu comecei há um ano, quando morávamos no acampamento, lembra disso?

Compus uma fronha. Eu bordei pensando no meu afilhado, desde sempre. Mas quando o bordado ficou pronto começou a agonia rs
Eu não sabia aonde aplicá-lo. Pensei em um monte de projetos: colcha, toalha, quadro, almofada. Mas nada casava.
Ontem decidi que seria uma fronha. Ele, o afilhado, estava de aniversário. Então resolvi superar a procrastinação.
Ficou bela! Eu acho...


Meu afilhado é um fofo, espia



E o curso de bolsas? Pois é rsrs vai bem, obrigada.
Já fiz uma bolsa, e um chapéu para combinar com a bolsa.Porque eu quero usar combinando, e daí? kkkkkk
Cenas do próximo capítulo. Aguardem!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Fête de la Gastronomie, ou seja, comidaaaaa

Feira Gastronômica da Aliança Francesa

Meu povo, nesse dia eu comi comida francesa, mas comi que nem brasileira mesmo, enchi o bucho kkkkkk porque de fina eu não tenho nada, Mon Dieu!
A menina Isabela estuda na Aliança Francesa.As tarefas foram divididas entre alunos, professores, e pais.
A sala da menina (infantil)ficou com o tema, chocolat! Pense numa mãe e num pai felizes, eu e Ewerton hahaha
Chegamos cedo, e numa força-tarefa com os demais pais, e com as crianças, decoramos a sala.
Nas duas fotos de cima, marido enchendo balões e fixando o chocolate, escorrendo pela parede. Eu, na foto abaixo.
Crianças animadas!
A primeira mesa pronta. Nem fotografei a outra. Depois saímos para visitar outras salas. As crianças tiveram liberdade de criação com o tema. Licença para os brasileiríssimos brigadeiros (chocolat la mode brésilienne). Estes, de feltro, feitos por Isabela e eu.
L'exposition des pains et du vin
Musique! 
Isabela foi convidada a acompanhar Alba Maria em uma canção.
Isabela e Aixa saboreando o crêpe, originale
As salas foram divididas por regiões da França. Visitei todas, mas não dá pra colocar todas as fotos.
Normandie!
E perambulando, eu encontro a sala da birita kkkkk 
Provei umas trocentas. Quase não saio mais de lá rs
Esqueci de te contar. A minha sogra também estuda na Aliança. Aí embaixo, ela só sorrisos com o professor dela. E eu, com a professora da Isabela.
Outras salas
Recettes
E na manhã seguinte, café da manhã com viennoise e madeleines, comprados na Feira. Porque gente esfomeada tem que trazer o inimigo pra dentro de casa?!rs

Gostou?!
A Isabela me explicou, que algumas receitas passaram por adaptações. Ou por falta de ingredientes originais, ou para aproximar do paladar brasileiro. Bem que eu estava desconfiada de tanta doçura hahaha
Os franceses, magros daquele jeito... decerto não alimentam as lombrigas, como eu! Povo misica kkkkkkkk

Tchau!

domingo, 14 de setembro de 2014

As mães e a dor do crescimento

Quando o menino Guiga era pequeno, por volta de 5 até 7 anos, teve muito as tais dores de crescimento. No início nos desesperávamos, mas depois que os médicos esclareceram as causas naturais do fenômeno, relaxamos. Foram longas e intermináveis noites insones, caminhando com o menino ao redor da casa. Único jeito de abrandá-las. Aprendi que crescer causava dor física.
Eu já sabia que crescer doía na alma. Fui uma criança controlável, e uma adolescente 'bandeirante'. Desbravando meus caminhos de forma tortuosa. Sofri com as más línguas das santas mulheres do lugar aonde nasci. Depois continuei crescendo, e dói. Quebrar paradigmas, mitos, tabus, é comigo mesma!

Daí vejo os meus filhos fazendo isso, e me assusto! O que está acontecendo? Virei uma 'santa' senhora, esquecendo quantos desertos atravessei para me firmar como sujeito? 
Não, é que agora eu sou mãe!
Tenho 3 filhos maravilhosos, com personalidades diferentes, e fortes. A mais forte habita a pequena (quase ex) Isabela. Fez 11 anos mês passado.

Quando refiro-me a ela como uma menina estranha, a Zizi pira rsrs
Amiga Zizi, gosto que ela seja assim. Uma cabecinha que voa, alma de artista, só pensa em cinema, livros, música, teatro. Desenha muito bem, escreve muito, tem uma banda de rock com os amigos, estuda francês, piano, e sonha... como sonha...


Esta semana disparou: "mãe e pai, quero cortar  meu cabelo bem curtinho". Mostrou imagens da internet com modelos de cabelos. Só adultas, nenhuma criança. Fiz uma breve pesquisa, e constatei que meninas/crianças não usam cabelos tão curtos assim. Questionei: 'menina, não vejo uma garota com o cabelo assim?" A resposta veio como um tiro:'e daí, porque eu tenho que ser igual as outras?"
E eu continuo: "se ficar feio, se tuas amigas da escola criticarem..."
A menina: "eu não me interesso pelo que elas vão achar"
e eu: "mas menina..."
Ela: "mãe! cabelo cresce! e um monte de gente que não tem cabelo por aí?"

Cedemos, o pai e eu.
Levo a menina ao salão. A menina 'puxa' os sonhos da internet. Os funcionários do salão em coro: "Nãaao! teu cabelo é lindo! Meninas não usam cabelo assim, tão curtinho!"
A menina vira pra mim e diz: "eles pensam que eu gosto de meninas"
Eu emendei: "e tu não te importas?"
Ela rindo bem danadinha: "mãe, se eu for ligar pro que eles pensam, eu não estava aqui." Fico com os olhos marejados de orgulho.

Resultado. O cabeleireiro num gesto de apego cortou, mas não muito. A mulherada do salão em cumplicidade comigo, exclamou que estava lindo!
No íntimo eu sabia que a história não havia acabado ali.
A menina veio feliz pra casa, achou realmente bem bonito, mas no outro dia pela manhã acordou reclamando: "mãe, esse cabelo ficou arrumadinho demais, eu queria algo mais doidinho, desalinhado, bagunçado mesmo, quem sabe posso cortar  mais, ou pintar de azul, verde..."

Ai ai ai... tu estás entendendo de qual dor eu falo? 

Espia o processo da pendenga, e daqui uns dias venho te contar o fim da história, que com certeza ainda não acabou.



O cabelo cortado será doado para o Projeto ORVAM, ONG criada pelos ribeirinhos vítimas de acidentes com motor. Mas este é um assunto para outra postagem.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Bolo de banana com farinha de rosca, mais fácil, impossível

Querida cheguei!

Ontem eu fui chamada pela manhã para acompanhar uma das 'minhas' gestantes, que havia entrado em trabalho de parto. Lembrei que tinha prometido fazer um bolo pro meu marido levar para o trabalho, depois do almoço. Fiquei agoniada, mas deu tempo. Mega fácil de fazer.
Eu havia feito um no dia anterior, para receber uma gravidinha na minha casa (outra rs). Meu marido provou o bolo, adorou. Por isso, pediu que eu fizesse para os amigos de trabalho dele. Pedido aceito e cumprido.

E o parto?! Foi um domiciliar.
Foi bem, foi lindo, como deveria ser todo parto!
Se o casal permitir, eu posto umas fotos aqui e te conto os pormenores.

Por enquanto, a receita.

Esta receita eu trouxe do Blog De colher pra colher.
Foi um resgate, pois eu tinha essa receita e perdi num dos bugs dos meus computadores (a maldição que me ronda, de perder imagens e arquivos).
Façam, é delicioso!

Ingredientes:
6 bananas nanicas em rodelas (ou 3 bananas prata beeeem madurinhas)
1 xícara de óleo
4 ovos
4 xícaras de farinha de rosca
3 xícaras de açúcar
2 colheres de sopa de fermento em pó

Para Polvilhar: 
Açúcar refinado e canela em pó a gosto

Modo de preparo:
- No liquidificador, coloque as bananas, o óleo e os ovos. Bata por aproximadamente 3 minutos até obter um creme homogêneo. 
- Em uma vasilha, misture a farinha de rosca, o açúcar e o fermento. 
- Misture o creme de bananas a mistura de secos. Misture até incorporar todos os ingredientes e coloque em uma assadeira untada e enfarinhada com um buraco no meio.
- Leve ao forno a 180º por aproximadamente 30 a 40 minutos ou até enfiar um palito e o mesmo sair limpo. 
- Desenforme o bolo ainda morno com cuidado.
- Misture o açúcar e a canela e polvilhe sobre o bolo.

Criaturas lindas, agora eu vou indo. Depois eu volto pra te contar umas lorotas.

Tchau pra ti!


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Um bordado que virou uma almofada; e um porta-trecos.

Genteeeee, olha eu aqui travês!
Doida pra mostrar a almofada que eu fiz, e cadê o tempo?! Uma loucura essa vida de doula doida,ui! Amo!!!

A história da almofada. Tu queres ouvir?! Não quer?
Mas eu conto assim mesmo kkkkk 
Enquanto eu conto, vou enfiando umas fotos pra passar a tua raiva rs
A long time ago... (bem atrás mesmo), uma amiga minha de infância, presenteou a pequena Isabela com uma tiara. A menina amou a tiara, cheia de caveiras, bem ao gosto estranho da menina igualmente esquisita rs
Daí, ela quis retribuir a minha amiga com um bordado. Escolheu a torre eiffel como tema, pois tanto a minha amiga quanto a menina são apaixonadas pela França. 
O bordado ficou pronto e não sabíamos o que fazer com ele... ficou de stand by um tempo até pintar a ideia da almofada. Parte que me coube, e eu amei fazer.
Vou aproveitar o tempo livre (mentira) pra mostrar o que a minha irmã fez para presentear azamigas do curso de costura, no encerramento das aulas.

Porta-trecos mega fofos! Eu jurava que ela iria guardar um pra mim... mas quando! Não se faz mais irmã como antigamente... rsrs

Tchau pra ti!

Bjs

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Novo Terminal Hidroviário do Porto de Belém

Aí tu pensas assim... 'ela fica um tempão sem aparecer, e vem com isso?!' kkkkkk

É isso aí! Tenho o maior orgulho de poder apresentar o novo Terminal Hidroviário de Belém. Eu que já viajei de navio, principalmente quando era estudante, e precisava ir e vir de Macapá, de navio, sei o quanto esse investimento era necessário.
As passagens eram mais baratas que de avião, mas naquela época, passávamos mais de dois dias dentro de um navio. Era tão divertido!!! 
O cais do porto era uma coisa tenebrosa. O povo se amontoava para embarcar, era um calor infernal. A estrutura toda caindo aos pedaços.
E agora, com vocês, o novo terminal!



Vou encher de fotos, mas vou falar pouco, juro! rs

Gente, não repara a cara dessa menina-entojo do meu lado. Ela e o Guiga estavam mortos de fome. 

Espia! O valor das passagens para Macapá City! 500 contos, camarote pra duas pessoas, deu saudade...


" ESTE RIO É MINHA RUA"

Este rio é minha rua
Minha e tua mururé 
Piso no peito da lua
Deito no chão da maré

Rio abaixo rio acima
minha sina cana é
Só em falar na mardita 
Me alembrei de abaeté

Me arresponda boto preto
Quem te deu esse pixé 
Foi limo de maresia
Ou inhaca de mulher

Pois é, pois é
Eu não sou de Ígarapé
Quem montou na cobra grande
Não se escancha em puraqué 

(Rui Barata e Paulo André Barata)

O Pará é recortado por rios, 'braços' de rio, igarapés, furos, etc
Um monte de ilhas, e comunidades onde só é possível chegar pelo rio. Daí a belíssima letra do carimbó, expressando tão bem parte da cultura do povo paraense, a cultura das águas, amo!
E no retrato, eu e marido, dois apaixonados por esta terra! 

 Menino Guiga, impaciente, só recitava o seu mantra favorito: "tô com fome" kkkkkk
 



E aí, quem gostou, levanta a mão, assim ó: \o

Daqui a pouco, eu volto!


Tchau!
Bjs

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Esparadrapo e tic tac, só pra puxar assunto...

Esses últimos 3 dias tenho estado bem triste. E quando a gente pensa que não pode piorar, piora.

Quis me alegrar. Pensei nas costuras.
Olhando pro meu ex-cantinho da costura bateu uma saudade... meus tecidos abandonados no container de plástico. Abri minhas gavetinhas de aviamentos, que dó! Um ninho de rato. Tudo revirado esperando a minha volta. 
Refletindo, me pus a dar cabo da bagunça.

Da minha tristeza talvez eu fale, lá no final. Né assim que funciona a terapia? De tanto falar no que dói, chega uma hora que não dói mais?! 

E o esparadrapo?
Eu guardo os cilindros vazios. Não consigo me desfazer.
Enrolei meus viés made by me (isso existe?) e outras fitas

Nos tubinhos de linha vazios enrolei sianinhas

Até o pau de picolé entrou na roda

Nos potinhos de tic tac coloquei os fitilhos.

Eu organizei, sim. Mas só vim postar pra puxar assunto.
Da tristeza eu dou conta. O que eu não dou conta é de ter que conviver com gente desleal e rasteira. Bichos de peçonha...

Saudade de vocês, minhas amigas! 

Bjs

domingo, 11 de maio de 2014

Dia das Mães?!


Querem saber o que eu penso disso?
Acho legítimo que se tenha um dia para que filhos e netos reúnam-se para confraternizar com aquela que deu origem a toda uma geração.

Datas comemorativas que servem para reunir a família são momentos de confraternização, por isso são válidas. Afinal, quem é que chega todos os dias na casa da mãe pra dizer ‘feliz dia das mães', ‘obrigado’,‘perdão’,‘eu te amo’ e etc.
Já vi muitos filhos reconciliarem-se com as mães, neste dia. O dia envolve emocionalmente as pessoas, e acaba servindo para unir.

Sou contra o consumismo exacerbado, especialmente se o consumismo te impede de andar de cabeça erguida, e sozinha, sem aquele monte de cobradores te seguindo kkkkk

Mas não sou contra algumas datas comemorativas.

Hoje por exemplo, eu não tenho café da manhã especial, nem vou ganhar presentes. Meu marido e filhos foram proibidos de qualquer ação neste sentido.
A conclusão da reforma da nossa casa é o nosso maior objetivo, portanto, a família sabe o quanto é importante economizar rs

Além disso, minha mãe não está 100% de saúde, o que tem me deixado bem triste. Hoje, meus irmãos passarão o dia com ela.

Meu marido, eu e nossos filhos, almoçaremos na casa da minha sogra.
A maioria das mães quer ser lembrada de forma especial neste dia. A minha sogra é assim.

Vejo um monte de gente rechaçando o dia de hoje, por vários motivos.  Para de ser chata(o), e vai curtir a tua mãe, se ainda a tem!

Mais amor, por favor!


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Uma cesta, um livro, e alguns biscoitos

A cesta linda abaixo, tu já deves ter visto no Jubiart. Foi lá que eu vi, um dia, e me apaixonei! Encomendei uma pra mim. Eu amo tudo o que remete ao natural. A Bia é fera na valorização desses materiais. E de uma habilidade e sensibilidade extremas na transformação dos mesmos.
Junto com a cesta a Bia enviou um chaveiro, 'de grátis', de mimo, do mesmo material: semente fatiada do babaçu. Lindeza!

É uma pena que eu ainda não possa enfeitar a casa. Nem te mostrei fotos do andamento da reforma porque minha máquina bugou, lembra que eu te falei isso?

Marido já providenciou câmera nova \o/, mas estas fotos eu tirei no celular.
Tu sabes o quanto eu sonhava com uma dessas. Marido bacana!

Ahhhhh, mas e o livro?!
Ah, sim, o livro!
O livro é este ó:

Ganhei da Zizi, a minha querida Zizi. Ela o enviou, juntamente com palavras carinhosas (a cara da Zizi, né gente?), escritas em dois corações de papel ownmmmm



Menina, eu tomei o maior susto quando abri o pacote! Fiquei imaginando... 'eu não lembro de ter falado sobre este livro com a Zizi, como ela sabia que eu o queria...'
E eu o queria;  muito! Ricardo Jones é um médico, defensor do parto humanizado, a quem eu admiro pracarai. Uma amiga havia me emprestado o livro, e eu devolvi sem terminar de ler. E eis que a bruxinha Zizi, captou a minha vibe, e o enviou a mim! Não é demais?!
Obrigada, doce Zizi. Ele chegou num dia em que os meus ideais acerca da doulagem e do parto humanizado estavam em xeque, por vários motivos.
Além disso, eu estava cuidando da minha mãe, que passava por dias ruins por conta do parkinson. Daí que receber algo tão significativo assim, foi massa!

E ainda não falei dos biscoitos rs
Pois é. Quando estive em São Paulo, em março, comprei cortadores novos. 
Aproveitamos a páscoa para usá-los. Projeto familiar: marido fez a massa
a pequena Isabela cortou
e eu assei. O menino Guiga, desertou rs

As próximas fotos foram tiradas pela Isabela com a nova câmera. A menina leva jeito.
Comprei os cortadores no Rei dos Cortadores. Encontrei o endereço na net. Pensei que era uma loja grande, e era uma banca na calçada. Mas o cara tem mais de 500 modelos de cortadores. Fiquei doida!
Quem mora em Sampa deve conhecê-lo.

Vou te mostrar mais algumas imagens feitas pela Bela e já vou embora rsrs

A postagem ficou imensa, mas como eu tenho a mania de sumir, tu podes ficar lendo cada dia um pouquinho até eu voltar hehehe

Ia esquecendo de te falar que nós apanhamos para decorar os biscoitos com o glacê real. Começamos a fazer biscoitos há 3 anos, pelo natal e pela páscoa, mas nunca havíamos decorado. Apanhamos mesmo. O tal glacê demorou pra secar, deu um trabalhão!

Ficaram gostosos. Colocamos em saquinhos decorados e presenteamos familiares e amigos.


Agora eu vou embora, tá?!
Espero voltar logo, logo.

bjs

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